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A Praça Cônego Vcitor ficou lotada para assistir ao show de Sidney Magal. Na entrevista para a impresna, antes do show, o cantor disse que não tem mais aquela disposição de antes, mas que seu show busca alegrar as pessoas. “São 60 anos de carreira e 74 de vida. Fazer um show na Terra de Milton Nascimento é um privilégio”, diz Magal. “Vim cumprir aquilo que Milton falou, todo artista tem que ir onde o povo está e estou aqui. Milton é uma das grandes vozes do Brasil, dos grandes compositores da Música Popular Brasileira”. No bate-papo descontraído, no camarim cheio de flores, ele falou que a energia que troca com o público é que lhe dá forças para continuar, mesmo 60 anos depois. “Talvez não dance tanto quanto dançava antes, mas meu coração saltita como sempre”. Disse que aprendeu a dançar nos palcos mesmo, depois de ver que o público queria um artista mais “rebolativo” e explica: “Aí eu soltei a franga, artisticamente falando”, brincou. Momentos antes de iniciar sua apresentação, o artista citou o nome de Padre Victor pedindo proteção. Com bailarinos e bailarinas e uma grande banda, Magal mostrou versatilidade tocando suas canções que são a sua cara: “Sandra Rosa Madalena”, “Meu Sangue Ferve por Você”, “Ciúme” e “Me Chama Que Eu Vou”, juntando a outras mais jovens como “Entre Tapas e Beijos”, e até “Mal Acostumada” do Araketu. O público vibrou e dançou do começo ao fim. (Correio Trespontano / Equipe Positiva).