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Baixos salários, falta de pagamento do piso nacional e consórcios de saúde operando no prejuízo. Essas foram algumas das principais reclamações apresentadas por trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Os profissionais pediram aos parlamentares medidas urgentes para garantir melhores condições de trabalho e remuneração justa. Atualmente, as despesas de custeio do SAMU são divididas entre União (50%), Estado (mínimo de 25%) e municípios (máximo de 25%). A gestão é feita por consórcios regionais de saúde, que enfrentam dificuldades financeiras. (Fonte: três Pontas Stúdio live).