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O trabalho desenvolvido pela Cocatrel para ampliar o protagonismo feminino no cooperativismo e na cafeicultura ultrapassou fronteiras. No final de outubro, o Grupo Cafeína Cocatrel recebeu uma comitiva da ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático), formada por cinco mulheres representantes do Vietnã, Camboja, Mianmar, Laos e Timor-Leste. A visita teve como objetivo conhecer as políticas de igualdade de gênero da cooperativa e as iniciativas voltadas ao desenvolvimento e ao empoderamento das mulheres produtoras. A agenda foi viabilizada pelo Sistema Ocemg (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais) e pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), atendendo a uma solicitação da associação asiática. A escolha da Cocatrel para integrar esse intercâmbio evidencia a relevância do trabalho realizado pelo Grupo Cafeína e seu potencial de compartilhar experiências com o movimento cooperativista internacional. A programação começou na Cafeteria Cocatrel, em Três Pontas, com uma recepção que valorizou a hospitalidade e os sabores de Minas Gerais. Durante o encontro, as visitantes conheceram a trajetória do Grupo Cafeína, desde sua criação, os desafios enfrentados ao longo dos anos e sua estrutura atual. Na sequência, a comitiva visitou o CDT (Cocatrel Direct Trade), onde conheceu os espaços e os processos envolvidos na comercialização de cafés. Um dos momentos mais significativos da visita aconteceu à tarde, na propriedade de Nilce Cardoso, cooperada da Cocatrel e integrante do Grupo Cafeína desde sua fundação, há sete anos.Durante a visita à propriedade, as representantes asiáticas conheceram as lavouras e acompanharam o relato da produtora sobre sua rotina no campo, sua trajetória na cafeicultura e as contribuições do Cafeína para seu crescimento e aprimoramento profissional. O encontro terminou com uma conversa aberta, marcada por perguntas, esclarecimento de dúvidas, trocas culturais e registros da experiência. Mais do que apresentar uma iniciativa, a visita permitiu demonstrar, na prática, como o cooperativismo pode criar oportunidades, ampliar conhecimentos e fortalecer a autonomia das mulheres no campo. “Para a Cocatrel, receber a comitiva internacional representa também a oportunidade de compartilhar uma experiência construída coletivamente, que valoriza as mulheres como produtoras, gestoras e protagonistas do desenvolvimento da cafeicultura”, concluiu o diretor de Marketing e Relacionamento, Lúcio Caldeira. (Fonte: Ascom Cocatrel).