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6 de julho de 2026

Noruega elimina o Brasil e põe fim ao sonho do hexacampeonato

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A eliminação do Brasil para a Noruega por 2 × 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em Nova Jersey, encerrou o sonho do hexacampeonato. Com dois gols de Haaland e um pênalti perdido por Bruno Guimarães, a queda consolidou o maior jejum de títulos mundiais da história da Seleção Brasileira.
O Vento Frio de Nova Jersey
O verão norte-americano costuma ser impiedoso, mas a tarde em Nova Jersey foi tomada por um vento gelado vindo do Atlântico. O placar de 2 × 1 contra a Noruega não foi apenas uma derrota tática para a prancheta de Carlo Ancelotti; foi a materialização de um fantasma que assombra a camisa canarinho. Erling Haaland, a máquina norueguesa, não precisou de cem minutos para decidir o destino do Brasil. Duas escapadas, duas finalizações precisas, o suficiente para transformar a esperança de uma nação inteira em desespero. No banco, os veteranos e os jovens dividiam o mesmo olhar perdido. Para muitos, a sensação amarga de que a mística de 2002 é hoje um retrato distante. O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães no início da partida, seguido de um gol de honra convertido por Neymar nos acréscimos, apenas ilustraram o roteiro de uma eliminação melancólica nas oitavas de final. O Brasil despede-se da Copa de 2026, igualando sua pior marca em 36 anos, deixando para trás a convicção de que será preciso mais do que renovações pontuais para devolver a alma ao futebol pentacampeão.
A Repercussão do Fracasso
A imprensa global descreveu o adeus do Brasil como um dos maiores choques do torneio. Jornais como o britânico The Guardian e o argentino Olé destacaram a atuação cirúrgica de Haaland e apontaram a eliminação precoce como uma prova da decadência momentânea dos gigantes históricos do futebol. O resultado na Copa dos Estados Unidos, México e Canadá deixou claro o abismo entre o talento individual brasileiro e a organização tática dos times europeus. (Foto: O Globo).

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