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A sessão ordinária foi marcada por uma cobrança orquestrada dos vereadores à organização do “Viva Três Pontas Rodeio Festival”, que acontece entre os dias 24 e 27 de abril no Aeroporto Municipal. O tom predominante foi de indignação quanto à forma com que os vendedores ambulantes locais – os populares barraqueiros – vêm sendo tratados. O vice-presidente da Casa, Rodrigo Alexandre Silva (Investigador – União Brasil), abriu o Pequeno Expediente sugerindo um debate urgente sobre a situação. Para ele, a proposta apresentada aos ambulantes – pagamento de R$ 1.500 por barraca mais a doação de 50% do lucro para a APAE e o Hospital São Francisco de Assis – é um verdadeiro deboche. “Reconhecemos o valor dessas instituições e o importante trabalho que realizam, mas é preciso diálogo e bom senso. Os custos do evento são altos, sim, mas repassar tudo para quem já luta para sobreviver é injusto. No fim, quem paga é o cidadão”, alertou o parlamentar. O presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade (PSD), ressaltou que os barraqueiros são, em sua maioria, pessoas honestas, batalhadoras, que apenas querem trabalhar e movimentar a economia local. Em defesa deles, o presidente apresentou uma indicação ao Executivo Municipal propondo que entre 30% e 35% da praça de alimentação dos eventos públicos seja reservada a comerciantes trespontanos do ramo alimentício. Ao final do encontro, a Câmara Municipal divulgou o resultado da reunião, esclarecendo pontos importantes que estavam sendo questionado.