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Durante a programação da Expocafé 2025, em Três Pontas (MG), foi lançado oficialmente nesta terça-feira (27) o Circuito Nacional do Café, um projeto que busca transformar a tradição cafeeira do Brasil em uma experiência turística e cultural de projeção nacional e internacional. Inicialmente o circuito reúne 51 municípios dos estados de Minas Gerais e São Paulo, todos reconhecidos pela forte ligação com a produção e história do café. Contempla todo o Alto Paranaíba, Sudoeste, Sul de Minas e as cidades do estado de São Paulo que fazem divisa com Minas, até chegar no Porto de Santos. O lançamento aconteceu em uma das tendas de eventos da feira e contou com a participação de autoridades e representantes dos setores do agronegócio, turismo e cultura. O deputado federal Diego Andrade, autor do projeto, destacou que, durante todo o século 19 e parte do século 20, a rota era o caminho pelo qual os carregamentos de café mineiro passavam com destino ao litoral. A valorização da Rota do Café como monumento nacional representa um passo importante na preservação da história e cultura cafeeira do Brasil, além de impulsionar o turismo e o desenvolvimento regional nas cidades envolvidas. Edgar Bessa, um dos idealizadores do projeto, contou que o marco zero da rota será instalado no Porto Seco, em Três Pontas. A partir de junho, será disponibilizado um site oficial para o cadastro de novos municípios interessados em integrar o circuito. “A princípio vamos começar a pontuar os marcos, o marco zero vai ser no Porto Seco. A partir daí, vamos colocar em todas as 51 cidades, até poder cadastrar todas as outras que estão faltando, que contemplam toda essa região, para poder enfim começar o Circuito Nacional do Café através das rotas”, explicou. Na foto, o deputado federal Diego Andrade, o prefeito Luisinho e o vice Maycon Machado no modelo de monumento que será colocado nos 51 municípios da Rota do Café. (Fonte: Equipe Positiva / Mariana Tiso / G1).