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A taxa de desemprego do Brasil recuou a 5,6% no trimestre até julho, informou o IBGE. Com o resultado, o indicador renovou a mínima da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. O desemprego estava em 6,6% nos três meses encerrados em abril, que servem de base de comparação. A taxa verificada até julho (5,6%) veio levemente abaixo da mediana das projeções do mercado financeiro, que era de 5,7%, conforme a agência Bloomberg. A Pnad investiga tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal. No trimestre até julho, a população desempregada caiu para 6,1 milhões, o menor contingente desde o último trimestre de 2013. O grupo envolve as pessoas de 14 anos ou mais que não estão trabalhando e que estão à procura de vagas. Já a população ocupada (formal ou informal), renovou o recorde da pesquisa. Foi estimada em 102,4 milhões. O nível da ocupação manteve o patamar recorde: 58,8%. Segundo analistas, a recuperação do mercado de trabalho refletiu o desempenho aquecido da economia em meio a medidas de estímulo do governo federal, além de mudanças demográficas e impactos da tecnologia. (Foto: Reprodução).