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A 17 dias do primeiro turno, os principais candidatos à Presidência já gastaram R$ 151 milhões na campanha eleitoral, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizados até esta quinta-feira (17). A votação será em 4 de outubro. Lula (PT) concentra a maior fatia das despesas declaradas até agora: R$ 65 milhões. Flávio Bolsonaro (PL) vem logo atrás, com R$ 55 milhões. Depois aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com R$ 24 milhões, e Romeu Zema (Novo), com R$ 4 milhões. Renan Santos (Missão) declarou R$ 1,2 milhão, enquanto Augusto Cury (Avante) informou gastos de R$ 265 mil. Os dados são do DivulgaCand, plataforma do TSE. A cada eleição, o TSE estabelece um teto de gastos para cada cargo em disputa. Em 2026, os candidatos à Presidência podem gastar até R$ 88,9 milhões no primeiro turno e mais R$ 44,5 milhões no segundo. Apesar da diferença de orçamento entre as campanhas, os gastos revelam estratégias parecidas. Comunicação digital, impulsionamento nas redes e serviços advocatícios aparecem nas contas de quase todos os presidenciáveis. E a corrida pelo voto não ficou restrita às telas. Mesmo com o peso crescente na presença digital, a velha publicidade de rua segue firme: adesivos, santinhos e bandeiras continuam fazendo parte do arsenal das campanhas. (Fonte: G1 / Foto: Reprodução).