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8 de abril de 2026

Vereadores cobram melhorias na operação tapa-buracos, trânsito e saúde

CAmara

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Francisco Fabiano Diniz (Professor Popó – PSB) lembrou que, há duas semanas, encaminhou um ofício detalhando tecnicamente como o serviço tapa-buracos deveria ser executado de forma eficiente. Segundo o parlamentar, mesmo após o alerta, o problema persiste e declarou que vai votar contra projetos que incluam verbas para o tapa-buracos sem garantias de qualidade. Antônio Carlos de Lima (Antônio do Lázaro – PSD) denunciou a falta de manutenção na estrada que liga Três Pontas ao Distrito do Quilombo Nossa Senhora do Rosário. Disse que solicitou a limpeza do trecho, onde o mato já invade o asfalto, aumentando o risco de acidentes, mas que nenhuma providência foi tomada até o momento. Daniel de Paula Rodrigues (PV) relatou que já se reuniu com o secretário na Câmara e cobrou melhorias no trânsito e na operação tapa-buracos. Sobre o trânsito, defendeu a contratação imediata de um profissional para avaliar intervenções recentes, como a implantação de mão dupla na Travessa das Flores e a necessidade alterações no trevo da Avenida Ipiranga. Ainda segundo ele, houve consenso entre os vereadores de que a baixa qualidade do tapa-buracos compromete a durabilidade do serviço. Roberto Donizetti Cardoso (Robertinho – PL) direcionou suas críticas à área da saúde. Ele denunciou o fechamento do posto de saúde da comunidade rural do Morro Vermelho, após a saída de uma funcionária que atuou por 32 anos e não foi substituída. Segundo o parlamentar, os moradores agora precisam se deslocar até a cidade, ficando sem assistência básica. O presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade (PSD), chamou atenção para os impactos do ponto facultativo adotado na última semana. Ele criticou o fechamento de serviços públicos, especialmente na saúde, destacando que a população ficou dependente exclusivamente do Pronto Atendimento Municipal (PAM), o que gerou sobrecarga e novas reclamações. Dirigindo-se diretamente ao prefeito Luisinho, Myller defendeu maior equilíbrio nas decisões. Para ele, enquanto setores como administrativo e educação conseguem se organizar, o mesmo não ocorre na saúde, onde a interrupção dos atendimentos básicos pressiona o sistema de urgência. (Correio Trespontano / Equipe Positiva). 

 

 

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